Mostrar mensagens com a etiqueta Índice da Percepção da Corrupção. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Índice da Percepção da Corrupção. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Índice de Percepção da Corrupção de 2018

O Índice de Percepção da Corrupção de 2018, publicado pela Transparency International, mediu os níveis percebidos da corrupção no sector público em 180 países e territórios. Este índice varia entre 0 (máxima corrupção) e 100 (sem corrupção) e baseia-se em inquéritos a gestores e especialistas.

Os resultados mostram que mais de dois terços dos países obtiveram menos de 50 pontos (média de 43) e que a grande maioria dos países avaliados fez pouco ou nenhum progresso.

No topo do índice encontramos países como a Dinamarca, Nova Zelândia, Finlândia, Singapura, Suécia e Suiça. Do lado contrário, encontramos a Coreia do Norte, Iémen, Sudão do Sul, Síria e Somália.

Países com melhor e pior resultado.


Em termos regionais, a Europa Ocidental e a União Europeia têm o resultado mais elevado (66) enquanto que a África Subsariana está no outro extremo (32).

Resultados por região.


No últimos 7 anos, 20 países melhoraram o seu resultado entre os quais a Argentina, a Costa do Marfim e a Guiana e 16 países pioraram dos quais fazem parte a Hungria, México e Malta.

Uma das conclusões principais é a relação clara entre uma democracia saudável e um eficaz combate à corrupção. Nos regimes não democráticos e de carácter populista, a corrupção tem tendência a prosperar, tirando partido da captura das instituições democráticas por parte dos políticos.

Relação entre o Índice de Percepção da Corrupção e o Índice de Democracia.

Fonte:

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Índice de Percepção da Corrupção de 2017

O Índice de Percepção da Corrupção de 2017 mostra que a maioria dos países fez poucos ou nenhuns esforços para terminar com a corrupção. Este índice classifica 180 países e territórios em função dos níveis de corrupção do sector público percebidos de acordo com a opinião de especialistas e homens de negócio. A escala vai de 0 (altamente corrupto) a 100 (isento de corrupção).

Este ano o índice mostra que mais de dois terços dos países têm uma pontuação abaixo dos 50, com uma média de 43, que confirma a continuação do mau desempenho geral.

Mapa mundial da corrupção em 2017.

A Nova Zelândia e a Dinamarca obtiveram os melhores resultados com 89 e 88, respectivamente. No outro extremo encontramos a Síria, Sudão do Sul e Somália com resultados de 14, 12 e 9, respectivamente. Em termos de regiões, a Europa ocidental obteve com um resultado médio de 66. As regiões com pior performance foram a África sub-sariana (32) e a Europa de leste e a Ásia central (34).


Mapa e resultados do índice na União Europeia e Europa ocidental.

Mapa e resultados do índice na Europa de leste e Ásia central.

Mapa e resultados do índice na África sub-sariana.

Desde 2012, diversos países melhoraram a sua performance caso da Costa do Marfim, Senegal e Reino Unido, por outro lado, Síria, Íemen e Austrália pioraram.

A Transparency International, organização responsável pela elaboração deste relatório, releva o papel dos activistas e dos media no combate à corrupção. Nessa linha a organização destaca 5 recomendações dirigidas à comunidade global:
  • Os governos e empresas devem fazer mais para encorajar a liberdade de expressão, media independentes, discordância política e uma sociedade civil aberta e empenhada.
  • Os governos devem tornar mínima a legislação sobre os media e assegurar que os jornalistas possam trabalhar sem medo de repressão ou violência.
  • A sociedade civil e os governos devem promover legislação que permite o acesso à informação.
  • Os activistas e os governos devem tirar partido do momentum gerado pelos Objectivos do Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas para defender e pressionar para que reformas possam ser implementadas a nível nacional e global.
  • Os governos e empresas devem pro-activamente revelar informação relevante para o público em formato aberto.

Fonte: